quinta-feira, 30 de junho de 2011

154.

Querida,

não tenho tido respostas. Uma chamada ao telefone é forjada a pretextar o fim da fala. As missivas, curtas, não são, agora, respondidas. Às vezes, doçura, tenho tanta dificuldade em entender tais coisas. Me escapam. Da aversão à mudança, luto, agora, contra o status quo, incapaz de aceitar o que me cerca tal como é,   exatamente como antes, a persistir numa recalcitrância tola, infantil. Entretanto, tenho a tua doçura aqui, toda ela vivaz: traz essa alegria de criança, ingênua, real.

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