segunda-feira, 9 de maio de 2011

102.

Cecília, querida,

fico a me lembrar de ti pelas manhãs em cores melancólicas e sentimentais, num tom açucarado, piegas. Sinto falta da proximidade de outrora, embora, ainda hoje, tuas respostas sejam rápidas e atenciosas; tu, agora, vives a dizer: não dá mais.

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